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20 atrações gratuitas em Nova York | O que fazer de graça

Nesse Post você vai ver

Nova York não é exatamente conhecida por ser um destino barato. Ingressos para observatórios, museus, espetáculos da Broadway e outras atrações podem pesar bastante no orçamento, principalmente quando a viagem dura vários dias. Mas a boa notícia é que também existem muitas coisas interessantes para fazer na cidade sem gastar nada com ingresso.

E não estamos falando apenas de caminhar pelas ruas ou conhecer parques. Dá para atravessar a Brooklyn Bridge, passear de ferry com vista para a Estátua da Liberdade, entrar em prédios históricos, visitar espaços culturais, conhecer alguns dos cartões-postais mais famosos de New York e até encontrar lugares com ótimas vistas da cidade sem pagar por isso.

Neste post reunimos 20 atrações gratuitas em Nova York que valem a pena incluir no roteiro, pois a maioria delas são a cara de Nova York. A ideia não é substituir todas as atrações pagas, até porque muitas delas são imperdíveis, mas mostrar como é possível intercalar programas gratuitos no roteiro e economizar uma boa quantia durante a viagem.

E antes de começar vou deixar um mapa aqui contendo as 20 atrações de graça em Nova York, que ajuda a visualizar a localização das atrações e facilita a organização de um roteiro pela cidade

20 atrações gratuitas em Nova York

1. DUMBO e Brooklyn Bridge Park

Dá para passear por DUMBO sem gastar nada e conhecer alguns dos cenários mais fotografados do Brooklyn. É nessa região que fica a famosa vista da Manhattan Bridge enquadrada pelos prédios da Washington Street, além de vários pontos à beira do East River.

O Brooklyn Bridge Park também é gratuito e oferece alguns dos melhores ângulos para fotografar a Brooklyn Bridge e o skyline de Manhattan. Dá para caminhar pela margem do rio, passar pelo Main Street Park e ver o Jane’s Carousel (para andar no carrossel, porém, é preciso pagar).

Outra parada que vale muito a pena é o Time Out Market New York, instalado no histórico prédio do Empire Stores, bem ao lado do parque. Mesmo que você não vá comer nada por lá, pode entrar gratuitamente e subir até o rooftop no quinto andar, de onde se tem uma vista linda da Brooklyn Bridge, da Manhattan Bridge, do East River e do skyline de Manhattan. O acesso ao rooftop não exige consumo nem cobrança de ingresso e, quando o clima permite, ele funciona ao longo do ano.

2. Brooklyn Bridge

Atravessar a Brooklyn Bridge a pé é um dos passeios gratuitos mais clássicos de New York. Além de conhecer a ponte de perto, durante a caminhada você terá diferentes vistas de Manhattan, Brooklyn e do East River.

O passeio fica ainda melhor quando combinado com DUMBO e Brooklyn Bridge Park. Só tenha um pouco de paciência com o movimento, principalmente nos horários mais cheios, porque a ponte costuma receber muitos pedestres.

3. The Battery

Na ponta sul de Manhattan fica o parque que muita gente ainda chama de Battery Park, embora atualmente o nome oficial seja simplesmente The Battery.

Além de ser uma área agradável para caminhar, é dali que saem os barcos pagos para a Estátua da Liberdade e Ellis Island. Mesmo sem embarcar, você consegue avistar a estátua do parque e ainda pode combinar a visita com Wall Street e o Staten Island Ferry.

4. Staten Island Ferry

O Staten Island Ferry é uma ótima alternativa para quem quer passear de barco e ainda ter uma boa vista da Estátua da Liberdade sem pagar por um cruzeiro. O ferry liga Lower Manhattan a Staten Island, leva aproximadamente 25 minutos em cada sentido e é totalmente gratuito.

Na volta para Manhattan, você ainda ganha uma bela vista do skyline. É importante apenas lembrar que todos os passageiros precisam desembarcar ao chegar a Staten Island e entrar novamente no terminal para fazer a viagem de volta.

5. Wall Street e Charging Bull

Passear pelo Financial District é uma forma gratuita de conhecer alguns dos símbolos mais conhecidos da história financeira de New York. Comece pelo Charging Bull, o famoso touro de bronze, onde as pessoas tiram foto segurando as “bolas” touro. Depois siga em direção à Wall Street, onde estão a fachada da New York Stock Exchange e a estátua da Fearless Girl, instalada em frente à bolsa.

Bem em frente à New York Stock Exchange fica também o Federal Hall, cuja entrada é gratuita. Foi nesse local que George Washington tomou posse como primeiro presidente dos Estados Unidos, em 1789. O prédio atual não é o mesmo daquela época, mas guarda exposições e objetos relacionados à história do local e permite acrescentar uma parada histórica ao passeio sem gastar nada.

6. Oculus

O Oculus fica ao lado do Memorial do 11 de Setembro e vale a visita mesmo para quem não vai usar o transporte público. O enorme prédio branco, projetado pelo arquiteto espanhol Santiago Calatrava, funciona como terminal do PATH e conexão com diferentes linhas de metrô, além de abrigar o Westfield World Trade Center.

A entrada é gratuita e o mais interessante é justamente caminhar pelo grande salão central, com teto altíssimo e estrutura formada por enormes “costelas” brancas que deixam a luz natural entrar. Por fora, o desenho do prédio lembra um pássaro com as asas abertas e rende fotos completamente diferentes dependendo do ângulo.

7. Memorial do 11 de Setembro

As duas enormes piscinas construídas exatamente nas áreas onde ficavam as Torres Gêmeas podem ser visitadas gratuitamente. Nos parapeitos de bronze ao redor delas estão gravados os nomes das vítimas dos atentados de 11 de setembro.

Outro ponto importante do memorial é a Survivor Tree, uma pereira que foi encontrada bastante danificada nos escombros do World Trade Center depois dos ataques. A árvore foi recuperada e, anos depois, replantada no local, tornando-se um símbolo de sobrevivência e reconstrução.

O 9/11 Memorial é gratuito, mas não confunda com o 9/11 Museum, localizado no mesmo complexo e que normalmente exige ingresso.

8. Flatiron Building

Não existe uma atração para visitar dentro do Flatiron Building, mas isso não impede que ele entre nesta lista. Afinal, o interessante aqui é justamente conhecer e fotografar sua famosa fachada triangular.

O prédio fica em frente ao Madison Square Park, então aproveite para circular pela região e observar o Flatiron de diferentes ângulos. Atualmente, a visita turística é essencialmente externa.

9. High Line

A High Line é um parque elevado construído sobre uma antiga linha ferroviária e pode ser percorrido gratuitamente. Ao longo do caminho aparecem jardins, instalações de arte, prédios modernos e diferentes perspectivas das ruas de Manhattan.

Uma das vantagens é conseguir encaixá-la facilmente com outras atrações desta lista. Dá para começar ou terminar o passeio em Hudson Yards e também combinar a High Line com Chelsea e Little Island.

10. Hudson Yards e Vessel

Também dá para conhecer Hudson Yards sem comprar ingresso. Você pode caminhar pela Public Square and Gardens, conhecer o complexo, ver o Vessel de perto e fotografar a enorme estrutura pelo lado de fora.

A diferença é importante: entrar e subir no Vessel não é gratuito. É necessário comprar ingresso, mas permanecer na praça, ver a estrutura por fora e circular por Hudson Yards continuam sendo programas que não exigem pagamento. A região ainda promove eventos gratuitos em determinadas épocas do ano.

11. Little Island

A Little Island já chama atenção antes mesmo de entrar. O parque foi construído sobre o Hudson River e é sustentado por dezenas de estruturas de concreto em formato de tulipa, que criam um visual bem diferente visto da margem (imagem que ilustra a capa desse post).

A entrada é gratuita e, lá dentro, há jardins, caminhos, áreas para descansar e pequenos mirantes em diferentes níveis. Vale subir até os pontos mais altos para ter boas vistas do Hudson River, de Lower Manhattan e de New Jersey, principalmente no fim da tarde.

O parque também possui um anfiteatro, o The Amph, onde acontecem apresentações e eventos ao longo do ano. Alguns são gratuitos e outros exigem ingresso, mas não é necessário pagar nada para entrar e conhecer a Little Island.

12. Central Park

O Central Park é praticamente várias atrações gratuitas dentro de uma só. Além de caminhar pelos gramados e trilhas, dá para conhecer sem pagar nada alguns dos cenários mais famosos do parque, como The Mall, Bethesda Terrace e Bethesda Fountain, Bow Bridge, Strawberry Fields, Gapstow Bridge, Jacqueline Kennedy Onassis Reservoir e o Conservatory Garden.

Para uma primeira visita, eu priorizaria a região sul e central do parque, onde estão vários desses pontos e onde é mais fácil combinar tudo a pé. Quem tiver mais tempo pode avançar até o Reservoir ou explorar áreas menos movimentadas do norte. E como o parque é enorme, o ideal é entrar já sabendo quais lugares você quer ver, pois tentar “dar uma volta no Central Park” sem planejamento pode significar andar quilômetros e ainda deixar muita coisa importante para trás.

Além das paisagens, o parque também recebe eventos, apresentações e atividades gratuitas em diferentes épocas do ano, então vale consultar a programação oficial antes da viagem.

13. Lobby do Empire State Building

Subir aos observatórios do Empire State Building é uma experiência paga, mas existe uma forma de conhecer um pedacinho do prédio sem comprar ingresso: passar pelo histórico lobby Art Déco da Fifth Avenue.

O espaço tem mármore, detalhes metálicos e uma representação do próprio Empire State Building na parede, além de ser um dos poucos interiores de Nova York reconhecidos oficialmente como landmark. É uma parada rápida, mas bem classuda para quem gosta de arquitetura. O lobby da Fifth Avenue é diferente da entrada utilizada atualmente para a experiência paga dos observatórios.

14. New York Public Library

A unidade principal da New York Public Library, na Quinta Avenida, pode ser visitada gratuitamente e tem muito mais para ver do que simplesmente estantes de livros. Vale conhecer o Astor Hall, o McGraw Rotunda e a exposição permanente Polonsky Exhibition of The New York Public Library’s Treasures.

A famosa Rose Main Reading Room é uma sala de estudos em funcionamento e, por isso, o acesso turístico é mais controlado. Ainda assim, é possível conhecê-la gratuitamente com um tour de 15 minutos, com inscrição feita no próprio local pouco antes do horário.

15. Bryant Park

Bryant Park fica logo atrás da New York Public Library, então é muito fácil visitar os dois no mesmo passeio. O parque é pequeno, cercado de prédios de Midtown e tem mesas e cadeiras espalhadas pelo espaço.

A programação muda durante o ano e pode incluir atividades, apresentações e eventos gratuitos. No inverno, o parque recebe o famoso Winter Village, enquanto no verão ganha uma programação completamente diferente.

16. Grand Central Terminal

Mesmo que você não vá pegar nenhum trem, vale entrar na Grand Central Terminal para conhecer um dos interiores mais bonitos de New York. O grande Main Concourse impressiona pelo teto azul com constelações, pelas enormes janelas e pelo famoso relógio de quatro faces sobre o balcão central de informações, um dos símbolos do terminal.

Além do salão principal, vale passar pelo Vanderbilt Hall e procurar a Whispering Gallery, próxima ao Oyster Bar. A acústica dos arcos permite que duas pessoas, posicionadas em cantos opostos, conversem em voz baixa e ainda assim consigam se ouvir.

17. Rockefeller Center

Subir ao Top of the Rock é pago, mas conhecer o Rockefeller Center não custa nada. Você pode circular pela Rockefeller Plaza, passar pelos Channel Gardens e ver de perto a famosa estátua dourada de Prometheus.

Dependendo da época do ano, o cenário muda completamente. No Natal aparece a famosa árvore; no inverno, a pista de patinação; e ao longo do ano diferentes instalações e eventos ocupam a região.

18. St. Patrick’s Cathedral

Em plena Quinta Avenida, cercada por prédios modernos e praticamente em frente ao Rockefeller Center, a St. Patrick’s Cathedral pode ser conhecida por dentro sem necessidade de comprar ingresso.

Vale entrar mesmo para quem não tem interesse religioso. O contraste da arquitetura neogótica com os arranha-céus de Midtown é justamente uma das coisas que tornam a catedral tão interessante. E os vitrais são lindíssimos.

19. Times Square

A Times Square é um lugar que provavelmente já faz parte do imaginário de quem visita New York pela primeira vez. Telões gigantes, letreiros luminosos, teatros da Broadway, lojas e um movimento quase constante de pessoas criam aquele cenário bem característico da região.

Vale caminhar pelas áreas de pedestres, subir as famosas escadas vermelhas da TKTS e observar a região de diferentes pontos. À noite, claro, o visual fica ainda mais impressionante com todos os painéis acesos.

E existe uma experiência gratuita que muita gente não conhece: o Midnight Moment. Pouco antes da meia-noite, vários dos telões da Times Square exibem simultaneamente uma obra de arte digital, transformando a região por alguns minutos em uma enorme galeria a céu aberto.

20. Roosevelt Island

Roosevelt Island entra na lista com uma pequena ressalva. A ilha em si é gratuita, mas você precisa pagar pelo transporte para chegar até lá. A maneira mais interessante para o turista é usar o Roosevelt Island Tram, um teleférico que liga Manhattan à ilha e já oferece belas vistas durante o trajeto.

O tram utiliza a mesma tarifa do transporte público de New York e aceita OMNY. Uma vez na ilha, você pode caminhar pela waterfront, ver Manhattan de outro ângulo e conhecer lugares como Franklin D. Roosevelt Four Freedoms Park sem pagar ingresso. Portanto, para fazer esse passeio existe o custo irrisório de $6 ida e volta pelo ticket do tram.

Como combinar atrações gratuitas no roteiro

Uma das vantagens de várias dessas atrações é que muitas ficam relativamente próximas umas das outras. Por isso, em vez de espalhá-las por vários dias, dá para aproveitar a localização e conhecer diferentes lugares gratuitos no mesmo passeio. Você não precisa seguir exatamente esta ordem, mas vale aproveitar a proximidade entre algumas atrações para conhecê-las no mesmo passeio:

Lower Manhattan: dá para começar pelo The Battery, de onde sai o Staten Island Ferry e também saem os barcos pagos para a Estátua da Liberdade e Ellis Island. Em seguida caminhar depois pela região de Wall Street e Charging Bull e continuar até o Oculus e o Memorial do 11 de Setembro. Nessa mesma região ficam ainda o 9/11 Museum e o One World Observatory, ambos pagos e fáceis de incluir no roteiro. Dependendo das atrações escolhidas e do tempo gasto em cada parada, esse passeio pode ocupar meio dia ou até um dia inteiro.

Brooklyn: uma combinação quase natural é atravessar a Brooklyn Bridge e continuar por DUMBO e Brooklyn Bridge Park. Além da Washington Street e das vistas para Manhattan, dá para incluir o rooftop do Time Out Market e caminhar com calma pela área do waterfront. Dependendo da programação do dia, essa região também pode ser combinada com Lower Manhattan, já que a travessia pela Brooklyn Bridge conecta os dois lados e permite montar um roteiro bem completo sem grandes deslocamentos

West Side: High Line, Hudson Yards e Vessel e Little Island podem ser combinados no mesmo passeio e, dependendo do ritmo, ocupar boa parte do dia. A High Line conecta boa parte dessa região e permite fazer quase tudo a pé, passando por trechos de Chelsea e terminando ou começando em Hudson Yards. No caminho, dá para incluir o Chelsea Market para uma parada para comer antes de chegar à Little Island. Em Hudson Yards, você pode subir ou não no Vessel e pode incluir o Edge, observatório pago que fica no mesmo complexo. Seguindo por essa região, também fica o Intrepid Museum, instalado no porta-aviões USS Intrepid e dedicado à história militar, aviação e exploração espacial. Assim, esse trecho permite combinar várias atrações gratuitas com experiências pagas sem precisar atravessar a cidade de um lado para o outro.

Midtown: como há muita coisa concentrada nessa região, vale dividir o passeio em dois blocos. Na área da Quinta Avenida e da 42nd Street, dá para combinar o Empire State Building (subindo ou não), Bryant Park, New York Public Library e Grand Central Terminal. Quem quiser acrescentar atrações pagas pode subir ao SUMMIT One Vanderbilt, que fica praticamente ao lado da Grand Central. Mais ao norte, Rockefeller Center, St. Patrick’s Cathedral e Times Square podem entrar no mesmo período do dia. Nessa região também ficam o Top of the Rock, e, dependendo da programação, dá para terminar o dia com um musical da Broadway. Assim, Midtown permite misturar várias paradas gratuitas com algumas das atrações pagas mais conhecidas de New York sem perder muito tempo em deslocamentos.

Uptown e Central Park: o Central Park merece mais tempo e, na minha opinião, não vale encaixá-lo correndo entre outras atrações. Dependendo da área do parque que você pretende explorar, dá para combinar o passeio com atrações pagas como o Metropolitan Museum of Art, o American Museum of Natural History ou o Guggenheim Museum, todos localizados nas proximidades. Assim, o parque pode ocupar algumas horas ou até boa parte do dia, dependendo do número de paradas e atrações incluídas no roteiro.

A ideia não é transformar essas combinações em roteiros fechados, mas mostrar como dá para aproveitar melhor o tempo e reduzir os deslocamentos. Em uma cidade como New York, isso faz bastante diferença no final do dia.

Essas atrações gratuitas de Nova York valem a pena?

Sim, mas nem todas têm o mesmo peso dentro do roteiro. Lugares como Central Park, Brooklyn Bridge, DUMBO, High Line e Staten Island Ferry podem ocupar algumas horas e render passeios completos. Já outros, como o Flatiron Building, Oculus, lobby do Empire State Building ou Charging Bull, são paradas mais rápidas, que fazem sentido principalmente quando combinadas com outras atrações da mesma região.

E essa é justamente a melhor maneira de aproveitar as atrações gratuitas de New York: encaixá-las naturalmente entre os programas pagos, em vez de montar a viagem inteira pensando apenas em economizar com ingressos. Dá para visitar um observatório pela manhã, caminhar por um parque gratuito à tarde e terminar o dia em Times Square, por exemplo.

Nova York tem atrações pagas que, na nossa opinião, merecem entrar no orçamento, mas intercalar vários desses programas com lugares gratuitos ajuda bastante a controlar os gastos sem deixar o roteiro menos interessante. E como muitas das atrações desta lista ficam próximas umas das outras, com um pouco de planejamento dá para conhecer muita coisa gastando pouco, ou até nada, com ingressos.

Se você ainda está montando a viagem, veja também nosso guia completo sobre o que fazer em Nova York, com atrações, passeios e outras dicas para organizar o roteiro.

Foto de Andreza Trivillin

Andreza Trivillin

Paulistana, nascida na Moóca, moradora do Ipiranga por mais de 20 anos até se mudar para Orlando. Administradora de Empresas formada pela FAAP, com MBA em Marketing pela ESPM. Mãe de uma, esposa de outro. Apaixonada por viagens, fã da Disney, curiosa e engraçadinha por natureza. Juntou tudo isso e deu um blog e numa agência de viagens que ajudam anualmente milhares de pessoas com as suas viagens para Orlando e outros destinos.

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